Resenha: Férias

Bom dia Desventureiros. Como vocês estão? Bem, espero. Li um esse livro já faz um tempo, nunca tinha lida nenhum livro da Marian e esse foi o primeiro e até que gostei. Achei a capa bem bonitinha, com esses deseinhos e tal. Antes de le-lô, ouvi falar muito bem dele e por isso comprei e resolvi a ler. Então, vamos ao que interessa.

Sinopse: Rachel Walsh tem 27 anos e a grande mágoa de calçar 40. Ela namora Luke Costello, um homem que usa calças de couro justas. E é amiga – pode-se mesmo dizer muy amiga – de drogas. Até que a sua vida vai para o Claustro – a versão irlandesa da Clínica Betty Ford. Ela fica uma fera. Afinal, não é magra o bastante para ser uma toxicômana, certo? Mas, olhando para o lado positivo das coisas, esses centros de reabilitação são cheios de banheiras de hidromassagem, academia e artistas semifissurados (ao menos ela assim ouviu dizer). De mais a mais, bem que já está mesmo na hora de tirar umas feriazinhas. Rachel encontra mais homens de meia-idade usando suéteres marrons e sessões de terapia em grupo do que poderia supor a sua vã filosofia. E o pior é que parecem esperar que ela entre no esquema! Mas quem quer abrir as janelas da alma, quando a vista está longe de ser espetacular? Cheia de dor-de-cotovelo (o nome do cotovelo é Luke), ela busca salvação em Chris, um Homem com um Passado. Um homem que pode dar mais trabalho do que vale… Rachel é levada da dependência química para o terreno desconhecido da maturidade, passando por uma ou duas histórias de amor, neste romance que é, a um tempo, comovente, forte e muito, muito engraçado.

Rachel é uma moça que vive em Nova York e namora com um inlandês chamado Luke Costello. Ela é viciada em Valium e em pó e por causa do seu vicio ela é internada no Claustro (famoso centro de internação) e com isso ela pensa que lá é um lugar maravilhoso, com piscina, sauna, etc. Mas ela se engana e no Claustro surge vários acontecimentos que a vai transformando em uma pessoa melhor.
Como o livro é narrado pela própria Rachel, nós leitores, acreditamos no que ela diz e quando falam que ela é uma taxicômona, como a personagem não acredita que é, nós também não acreditamos.Durante o todo o livro a Rachel narra vários acontecimentos passados e alguns muito divertidos. Um ponto muito legal desse livro é que como ele é narrado pela Rachel, que seria a “má” da história, nós vemos o ponto de vista do vilão (ou vilã, né) e não dos mocinhos como acontece na maioria dos livros. A autora retrata o problema das drogas de um jeito engraçado e não cansativo de ler. Recomendo muito esse livro e autora também.

Informações sobre o livro:
Editora: Bertrand Brasil
Autor: Marian Keyes
Ano: 2003
Número de Páginas: 560

Espero que tenham gostado e beijos gigantes pra vocês. ;*

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